sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Pastores nas ruas...


Um pastor de uma mega-igreja dos Estados Unidos, localizada na cidade de Wayne, em New Jersey, decidiu usar suas férias para conhecer a rotina e a dor dos moradores de rua, ao invés de viajar com a família. Thomas Keinath, pastor da “Calvary Temple” (em tradução livre, Templo Calvário), que reúne duas mil pessoas a cada culto dominical e que fica em um bairro rico da cidade, chocou os membros com sua decisão de passar uma semana nas ruas, mas justificou-se afirmando ter necessidade de conhecer o problema realmente: “Como eu poderia levar ajuda ou cura para as ruas se eu não sabia quais são as necessidades dessas pessoas?”, questionou Thomas.
Durante o período que ficou como morador de rua, o pastor foi visto vagando pelas ruas e junto de grupos de sem tetos que montavam fogueiras em tonéis para se aquecer e proteger-se do frio intenso. “Eu precisava entender o que eles estavam passando, eu precisava sentir a sua dor”, explica o pastor.
Das pessoas que conheceu na rua, aproximadamente 50, passou a escrever a história de cada um, conforme os relatos que faziam sobre suas vidas. O pastor afirma que fez isso para não se esquecer das histórias que viu e viveu nesse período. “Não havia uma pessoa sequer , seja sem teto ou tóxico dependente, que abertamente rejeitou a esperança que eu estava tentando oferecer”, afirmou.
Em um sermão, após sua “volta” das ruas, o pastor Thomas afirmou que “as pessoas têm de saber que vocês [cristãos] realmente se preocupam com elas. Isso é parte do que somos como crentes no Senhor. Minha identificação com eles derrubou muitas barreiras”, mostrando que teve maior facilidade de ouvir e ser ouvido pelos sem-teto.
Agora, segundo informações do site da igreja, o pastor Thomas Keinath quer mobilizar toda sua congregação e também igrejas de outras cidades para montar uma estratégia de ajuda aos moradores de rua a longo prazo, fugindo do habitual “tome um pouco de dinheiro ou comida e não me perturbe mais”.
Após as férias nas ruas, o pastor organizou um sistema de transporte para os mendigos que desejam participar dos cultos. As vans da igreja buscam e levam os interessados. Para Thomas, isso é apenas o início do trabalho, pois ele pretende construir uma instituição de ajuda, para “abrigar os sem-teto e ao mesmo tempo ajudá-los a recuperar-se, inclusive dos vícios em álcool ou drogas”, seguindo o exemplo dos cristãos de Cesareia, que durante uma epidemia no quarto século, ajudaram os doentes e moribundos, fazendo curativos e oferecendo comida. “Eu sinto como se Deus estivesse dizendo: ‘Voltem para suas raízes. Volte para onde as pessoas estão sofrendo hoje’”, explica o pastor.
Fonte: Gospel+


BRASIL: Em Porto Alegre um grupo formado na Igreja da Brasa mantém um projeto semelhante

Em Porto Alegre a Igreja da Brasa trabalha no mesmo sentido. O Projeto AMOR, foi implementado por um grupo de jovens cristãos, ests buscam acompanhar e estabelecer vínculos com os moradores de rua da cidade de Porto Alegre, a fim de identificar as necessidades essenciais desta população, dando um suporte espiritual e material, encaminhando quando necessário à Casas de Recuperação, albergues, hospitais, ou simplesmente auxiliando financeiramente ao retorno aos seus lares. O principal motivo que leva os participantes integrarem este projeto é o AMOR pelos necessitados, desabrigados, desprovidos, rejeitados, abandonados e carentes. É o amor que dá o nome ao projeto.
Inicialmente o projeto era patrocinado pelos próprios voluntários que doavam os alimentos, roupas, bíblias e dinheiro para pagar despesas com uma pensão. A Igreja Brasa disponibilizou ao projeto o meio de locomoção (Kombi), que transporta os voluntários e quando necessário os moradores de rua encaminhados as instituições. 
Hoje o projeto, além dos voluntários, possui alguns parceiros que auxiliam na manutenção do projeto.
Futuramente o Projeto Amor quer ter você como parceiro para buscar melhores condições financeiras e técnicas visando melhorar a qualidade no atendimento deste povo que (sobre)vive nas ruas. 
O Projeto Amor de Porto Alegre, já foi notícia em jornal.



quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Crentes e o carnaval


Por: Alomara Andrade e Bruno Barreira
Sai ano, entra ano e a polêmica continua: qual é o lugar do cristão durante o Carnaval? Ele deve sair para retiros espirituais ou para evangelismo nas ruas? Aliás, a controvérsia já começa na origem da chamada “maior festa popular brasileira” – que é praticada em outros países em formatos diferentes e com menor repercussão.
Apesar de inspirado no modelo francês (pelos desfiles, carros alegóricos), o Carnaval do Rio de Janeiro como é hoje se tornou o principal do mundo. Etimologicamente, o termo tem diversas definições, e uma delas é de origem latina – “carnelevarium” – que significa eliminação da carne. Culturalmente, as referências à festividade vêm da Antiguidade (4000 a.C. a 3500 a.C.), passa pelas festas pagãs romanas, é moldada pelo Renascentismo (séculos XIV a XVI) e acaba sendo adaptada em cada grupo social. No final, o que parecia ter sido criado para ser um período de purificação antes da “quaresma”, se tornou algo bem diferente... Deixando de lado as informações históricas, é impossível não perceber como esse período modifica a vida social e cultural do país, e ainda a espiritual.
Além dos tradicionais retiros espirituais, ainda praticados pela maioria das igrejas evangélicas, outras ações, nos últimos 20 anos, em especial o evangelismo, têm ganhado força gradativamente e quebrado alguns paradigmas. Se nos retiros os crentes buscam confraternização e consagração espiritual, fora deles estão dispostos a transmitir o Evangelho de diversas formas. Desde congressos a cultos de louvor até trabalhos sociais, como visitação a hospitais e atividades de rua, sobretudo onde o Carnaval é o foco das atenções, muitas igrejas têm impactado as avenidas do samba.
Em Salvador, a Comunidade Evangélica dos Artistas de Cristo trabalha intensamente semeando a Palavra de Deus em trios elétricos. Em Belo Horizonte, na Expominas, acontece a Cruzada de Fé (www.cruzadadefe.com.br), com a presença de pastores e cantores dos naipes de Oficina G3 e Pamela. No Rio de Janeiro, a Comunidade Evangélica Internacional da Zona Sul (pioneira em evangelização de impacto durante o Carnaval), o Projeto Vida Nova de Irajá, com o ousado bloco Cara de Leão, e a igreja Bola de Neve, já têm preparadas as suas estratégias. Neste ano, surge um detalhe curioso: a Escola de Samba Acadêmicos do Grande Rio, de Caxias, no Rio de Janeiro, vai “homenagear” os evangélicos em uma de suas alas.

DEBAIXO DE ORAÇÃO
Uma das primeiras a “abrir caminho” foi a Comunidade Evangélica Internacional da Zona Sul, que há mais de 19 anos deixou de fazer retiros espirituais nos cinco dias do Carnaval (que acontece em 2007 entre 16 e 20 de fevereiro). Durante a semana de “folia”, que contagia todo o país, a igreja promove a Conferência de Avivamento, um culto feito antes das concentrações para o evangelismo entre os foliões, que inclui oração, palestras e jejum. O pastor Marco Antônio Peixoto, responsável pelas atividades, não nega a importância do tradicional retiro. Ele diz que essa escolha permanece válida, pois é correto que evangélicos se retirem para buscar a Deus. Mas, no caso da Comunidade, os fiéis tomaram a decisão como um desafio evangelístico. “Fomos os pioneiros dessa estratégia e a realizamos com sinceridade, trabalho, jejum e oração. Reunimos mais de três mil pessoas desfilando ao som de um trio elétrico, cantando hinos de louvor, só que num ritmo mais alegre. A cada 100 metros, paramos e pregamos o Evangelho”, descreve.
Pastor Marco Antônio ressalta a seriedade do trabalho e diz que alguns chegam mesmo a pensar que tudo não passa de uma festa, mas quem pára e acompanha o evento logo percebe que a ministração provém de um evangelismo comprometido. “Durante muito tempo, a igreja ficou fechada dentro de quatro paredes. Devemos sair para as ruas e levar a mensagem de libertação. Muitas pessoas pensam que é oba-oba, mas não é. Trata-se de um trabalho realizado debaixo de muita oração”, afirma o pastor, ressaltando que na primeira epístola de João, capítulo 4, versículo 4, está escrito: “Maior é o que está em nós do que aquele que está no mundo”.
Com o projeto evangelístico, que recebe o nome bloco Cara de Leão, muitas pessoas aceitam a Cristo e outras várias que estavam desviadas voltam a confessar o nome do Senhor. Segundo relatos de quem acompanha o projeto acontecem casos em que os foliões retiram as fantasias, deixam as máscaras caídas no chão e passam a seguir o grupo. De acordo com os organizadores, o preparo do bloco Cara de Leão é feito com três meses de antecedência. O trabalho do bloco despertou a atenção de evangelistas do mundo inteiro. Atualmente, cerca de duas mil pessoas participam do bloco. Só o corpo da bateria é composto por mais de trezentas pessoas.
No site do Projeto Vida Nova (www.projetovidanova.com.br) existe uma página com fotos dos ensaios e vídeo com mais explicações sobre o evento. Para o organizador do projeto a campanha não se trata apenas de batuque, segundo ele: “É um evangelismo estratégico de Carnaval. Saímos às ruas declarando que Jesus não oferece apenas quatro dias de alegria, mas uma vida inteira. Não uma falsa alegria, mas uma alegria verdadeira.”, explica, lembrando que nos ensaios de bateria, por exemplo, há também muita oração, não apenas batucadas.

ESCOLA DE SAMBA ACADÊMICOS DO GRANDE RIO QUER “HOMENAGEAR” EVANGÉLICOS
Por: Ana Cleide Pacheco
Assembléia dos Protestantes: este é o nome da fantasia que vai “homenagear” os evangélicos no desfile da Escola de Samba Grande Rio (www.granderio.org.br/detalhes.asp), no carnaval carioca deste ano. A idéia da agremiação de Caxias, cujo enredo contará a história da cidade, é retratar a fé da população. Para isso, juntou numa fantasia elementos e símbolos católicos e, principalmente, protestantes.
Os “evangélicos” estarão inseridos no mesmo setor que também homenageará Joãozinho da Goméia, um conhecido ‘pai-de-santo’ de Caxias, nos anos 40, 50 e 60. De acordo com o carnavalesco da escola, Roberto Szanieck, a intenção não é polemizar e, sim, mostrar que o mundo melhor almejado pelo caxiense também passa por sua fé.
Bem estilizada, a fantasia “ecumênica” lembra uma túnica, tendo ainda na parte da frente um coração com duas pombas, fazendo menção ao símbolo de uma conhecida igreja evangélica brasileira. O esplendor (adereço preso aos ombros) traz o báculo, espécie de cajado usado pelos bispos católicos, e um livro semelhante à Bíblia. Milton Perácio, diretor do Carnaval, acredita que não haverá polêmica, mas diz estar preparado para tudo. “Caxias tem um sincretismo religioso e é isso o que vamos mostrar, a fé, independentemente de religião”, afirma, sinalizando que a proposta não é exaltar ou ofender qualquer credo.
Para o pastor Marco Antônio Peixoto, da Comunidade Evangélica Internacional da Zona Sul (CEIZS), localizada na Praia do Flamengo, no Rio de Janeiro, inserir evangélicos num desfile de escola de samba na Apoteose trata-se de uma estratégia de marketing. “Os evangélicos têm crescido muito no Brasil. Atualmente, ser crente ‘dá Ibope’. Talvez por isso esta escola de samba esteja utilizando este artifício. Não há significado em falar dos evangélicos sem falar do objetivo principal do cristianismo, que é a mensagem da salvação em Jesus Cristo”, argumenta.    

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Preocupação, recomendações, lembranças e saudades... Assim são as despedidas.


João 16:7 Vos digo em verdade, convém que eu vá; pois se eu não for o Ajudador não virá a vós; mas seu eu for, vo-lo enviarei.
Despedidas não são momentos agradáveis. Estes momentos sempre nos levam a sentimentos de preocupação, recomendações, de saudades. Até mesmo Jesus precisou despedir-se e como o seu convívio com os seus discípulos era muito intenso e valioso o que menos os discípulos queriam ouvir era sobre a despedida do Mestre.
Israel vivia um momento de renovação, após ter ficado muitos anos sem receber de Deus. A vinda de Jesus marcou a mudança em Israel, pois surgia um novo líder religioso. Há muito não existia um líder religioso em Israel que pudesse mudar a história do povo e libertá-los do domínio de Roma.
Jesus era a esperança daquele povo, por isso toda a confiança fora depositada sobre Ele. Falar em despedida era o que ninguém queria ouvir. Mas Ele veio ao mundo com um propósito bem definido: para salvar-nos dos nossos pecados. Ao cumprir a sua missão chegava o tempo de partir. Porém antes de partir Jesus deveria deixar algumas instruções para que seu trabalho fosse continuado.
Ao vir ao mundo, Jesus abandonou a sua própria vontade e passou a viver conforme a vontade do Pai. Podemos ver com clareza esta atitude quando chega o momento de ser crucificado, Ele ora a Pai: "Pai, se queres, passa de mim este cálice, não se faça a minha vontade, e, sim a tua". Percebemos aí a submissão de Jesus ao Pai, fazendo somente a vontade deste. Percebemos que, como homem, Ele não queria ir para a cruz, mas se entregou à vontade do Pai.
Refletindo sobre as despedidas até Jesus sentiu o peso de sua despedida, ninguém que vivia ao seu redor queria ouvir sobre a despedida. É um momento doloroso, mas era preciso fazer a vontade do Pai para que fossemos salvos e para que o espírito de verdade vivesse em nós.
Quando Jesus falou que precisaria ir Ele deixou todos os seus seguidores preocupados, com dúvidas, porém Ele também deixou algumas recomendações para seus seguidores para que seu trabalho tivesse continuidade. Quem viveu nos tempos de Jesus certamente ficou com saudades após a sua despedida. Ainda Jesus deixou recado que voltará, mas era preciso partir naquele momento para que se cumprisse o prometido. Ao partir Jesus levou consigo nossos pecados e até hoje esperamos saudosamente a volta do nosso salvador.
Tentemos agir como Jesus doando-nos e  sendo submissos à vontade do Pai. Na hora de despedirmos sejamos lembrados por coisas boas que fizemos, pelo amor que emana de nós  e não deixemos ser lembrados apenas pelos erros que cometemos. Sejamos nós o reflexo de Jesus, sejamos luz e amor eterno.
Paz do Senhor!

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Diversos cantores conhecidos mundialmente começaram sua carreira no meio cristão

Diversos artistas que iniciaram suas carreiras no meio cristão, não necessariamente gravando como cantores gospel, depois de terem sua capacidade reconhecida pelo grande público aproveitaram a oportunidade e desvincularam sua arte, tida por eles como atividade profissional, de sua fé. Alguns famosos chegaram a se converter no meio da carreira, como foi o caso de Scott Trap (vocalista do Creed) e o cantor Bob Dylan, por exemplo, mas ambos já se desviaram.
Outros, com início diretamente no meio cristão, nunca vincularam sua profissão com o cristianismo, porém fazem questão de ressaltar sua confissão pessoal de fé e em alguns casos, escrevem letras assumidamente influenciadas por aquilo que acreditam. Confira uma lista de famosos artistas que começaram suas carreiras ou suas vidas, dentro do meio cristão.
A banda irlandesa U2 é formada por integrantes que se conheceram e se juntaram como músicos na igreja e suas letras transmitem mensagens espirituais baseadas no cristianismo, e já venderam mais de 150 milhões de discos. Porém, a banda sempre frisou não tratar-se de uma banda cristã, embora seus integrantes assumam o cristianismo como religião. (Assista ao U2 cantando Amazing Grace)
A cantora canadense teen Avril Lavigne, considerada hoje uma das jovens mais ricas do mundo, aos dois anos já cantava canções gospel e country e foi incentivada pelos pais, a seguir carreira. De uma família cristã de classe média, Avril abandonou os estudos aos 15 anos de idade para desenvolver sua carreira e hoje, conta com mais de 35 milhões de cópias vendidas.
Kings of Leon é uma banda formada por três irmãos e um primo, e na infância, foram proibidos por seus pais de ouvirem música secular e assistir televisão. Com a educação rígida, Leon Followill fez com que seus três filhos montassem uma banda gospel para acompanhá-lo em suas pregações por todos os Estados Unidos. Em 2000, montaram a banda com a proposta atual, foram elogiados pela crítica e público. (Documentário fala sobre o passado cristão do Kings of Leon)
Filha de um casal de pastores evangélicos, a cantora pop Katy Perry cresceu cantando na igreja e chegou a gravar um álbum gospel usando seu nome de batismo: “Katy Hudson”. Ela também fez participação na música “Goodbye for Now” da banda cristã P.O.D. Após conhecer um produtor, Katy mudou o foco de sua carreira e passou a cantar pop-rock, porém gravou três álbuns que foram cancelados antes do lançamento. Somente em 2007 conseguiu lançar seu primeiro álbum com a música “I Kissed a Girl” (Eu beijei uma garota) e alcançar as paradas de sucesso em todo o mundo. Recentemente divorciada do ator e comediante ateu Russel Brand, afirmou que ainda crê em Deus e revelou ter uma tatuagem com o nome “Jesus”.
A formação inicial da banda Paramore contava com músicos que tiveram contato com o cristianismo durante suas vidas e formaram a banda dentro da igreja. Apesar de assumirem sua fé, afirmam que não vão pregar, pois são uma banda de rock e entretenimento. Um dos integrantes originais que abandonou a banda, Josh Farro, criticou a postura da banda afirmando que “são tão cristãos que nem parecem”. (Assista o Paramore falando sobre Jesus)
O metaleiro Alice Cooper ficou famoso por seus shows de heavy metal com sangretas performances teatrais e sua forte ligação com o álcool e drogas (chegou a comer um bolo feito de maconha), mas poucos sabem que ele é filho de pastor e neto de Apóstolo fundador de uma igreja evangélica. Além disso Alice sempre estudou em colégios religiosos e chegou a trabalhar como missionário urbano quando mais jovem. Depois de fazer parte de uma sociedade secreta patrocinada pela maçonaria, ele se converteu novamente e hoje possui e gerencia diversos trabalhos evangelísticos e beneficentes junto com sua esposa, a qual é casado desde 1976. (Notícia sobre Alice Cooper falando sobre ser cristão e dar aulas sobre a Bíblia)
Miley Cyrus ficou conhecida por estrelar a série Hannah Montana e depois, pelas controvérsias de sua carreira. Sempre alvo de especulações, foi acusada de lesbianismo, mas negou, embora apóie o casamento gay. Filha do cantor country Billy Ray Cyrus, Miley nasceu num lar evangélico, membros de uma igreja Batista. Apesar de sua carreira e polêmicas, Miley nunca se desligou de sua igreja e ainda a frequenta. (Notícia sobre o filme de Miley Cyrus sobre Deus)
Com mais de 100 milhões de cópias vendidas, a cantora Britney Spears teve uma infância religiosa, frequentando uma igreja Batista, onde aprendeu a cantar e tocar. Na adolescência foi descoberta num programa de talentos da TV norte-americana e passou a integrar a equipe da Disney. Sua carreira solo começou em 1998 e desde então, vem acumulando polêmicas em sua vida pessoal, por conta de sua depressão e incapacidade de tutela dos filhos. (Notícia sobre a ida de Britney Spears à igreja)
A banda Evanescence foi formada após seus dois fundadores, Amy Lee e Bem Moody, se conhecerem durante um acampamento para jovens promovido pela igreja que freqüentavam. Começaram gravando álbuns caseiros e quando a banda ficou conhecida, desentendimentos separaram os dois fundadores. Desde então Amy Lee é a única integrante da formação original. Suas músicas não falam abertamente de sua fé, mas a vocalista Amy Lee, nunca negou ser cristã.
O baixista e vocalista da banda de trash metal Slayer, Tom Arraya, é chileno, filho de um diácono e imigrou com seus pais para os Estados Unidos aos cinco anos de idade. Em sua carreira artística, foi acusado diversas vezes de ser adorador de Satanás, porém, em uma entrevista, Arraya afirmou que considerava isso um erro por parte das pessoas e que acreditava que Cristo havia vindo para ensinar amor ao mundo e que as letras e a imagem da banda não poderia ser confundida com sua fé.
Justin Bieber nasceu em uma famílai cristã tradicional, durante sua adolescência alcançou o estrelato mundial com suas músicas pop. Em suas canções e entrevistas sempre falou sobre sua crença em Deus e Jesus, mas confessa não poder frequentar nenhuma igreja no momento. Recentemente o jovem fez uma tatuagem com o rosto de Jesus. (Justin Bieber fala sobre ser Cristão)
Com quase cinco décadas de carreira, Johnny Cash teve uma infância complicada e traumática. Perdeu seu irmão de forma trágica e as músicas gospel que ouvia o ajudaram a superar a perda. Após servir a Força Aérea Norte Americana, iniciou sua carreira e afundou no vício de drogas e álcool. Quando se viu impotente perante essa situação, Johnny se converteu ao evangelho após uma tentativa de suicídio e foi então apoiado por amigos e por June Carter, que se tornaria sua esposa. Nessa fase, gravou seus dois álbuns ao vivo mais bem sucedidos. Em Maio de 2003, sua esposa faleceu devido a complicações de uma cirurgia cardíaca, e quatro meses depois, Johnny também faleceu. Antes de morrer, falava sobre encontrar-se com seu irmão no paraíso.
O rei do rock, Elvis Presley, começou sua carreira cantando música gospel e com o álbum “How grat thou art” (Quão grande És Tu) chegou a ganhar um Grammy, o Oscar da música norte-americana. Famoso pelo seu estilo de dançar e por suas participações em filmes, foi muito criticado pelos cristãos de sua época, por abandonar a música gospel pelo rock. Elvis porém, sempre ressaltou sua fé em Cristo. Faleceu em 1977, sozinho em sua casa, em circunstâncias até hoje não esclarecidas totalmente. Em seu atestado de óbito, a causa da morte foi colapso fulminante associado à disfunção cardíaca. (A relação de Elvis Presley com o Cristianismo vai virar filme).
Chris Martin, vocalista e líder da banda Coldplay, também nasceu em um lar evangélico, onde o Pai era pastor e a mãe uma fiel fervorosa. Chris fala abertamente em entrevistas sobre sua fé em Jesus, nas letras do Coldplay já fez diversas referência a Deus, a Bíblia e ao paraíso, como na música “God Put a Smile Upon Your Face” (Deus colocou um sorriso no seu rosto, em tradução livre) que é de sua autoria. O vocalista também já gravou hinos de louvor como “Until Kingdom Come” (Até que o Reino venha, em tradução livre) composto por Johnny Cash pouco antes de morrer.
Fonte: Gospel+

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Sucesso da minissérie “Rei Davi”


A minissérie “Rei Davi”, produzida pela TV Record ao custo aproximado de R$ 25 milhões estreou com bons índices de audiência e alcançou a liderança do horário. O episódio de estréia foi baseado nas passagens bíblicas do livro de 1 Samuel, capítulos 13 a 16.
A prévia divulgada pelo Ibope mostra que a emissora ficou à frente das concorrentes durante todo o episódio de estréia e permanece na liderança do horário. A TV Record ficou com média de 14 pontos durante a exibição da minissérie.
Segundo especialistas do site TV Foco, do portal Pop, a produção teve altos e baixos. As cenas de batalha ou do menino Davi cantando os Salmos 23 e 139 em hebraico foram motivo de elogio. Já a cena em que Davi luta com um urso para salvar suas ovelhas e a interpretação de Cláudio Fontana como o filho do rei Saul, Jônatas, foram consideradas fracas. Entretanto, o colunista Lauro Jardim, da revista Veja, afirmou que a exibição da minissérie Rei Davi, na TV Record vem incomodando a direção da TV Globo por causa dos altos índices de audiência.
A TV Record aproveitou os números e tripudiou a respeito da liderança e divulgou um cartaz onde afirma: “A história se repete: Davi derrotou o Golias!”
No episódio apresentado nesta terça, Davi enfrentou Golias, que zombava do povo hebreu. No mesmo horário, a TV Globo apresentava o programa de Fernanda Lima, Amor e Sexo.