sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Aposentado se apaixona por cabra e casará com animal


Aposentado se apaixona por cabra e casará com animal na Igreja do Diabo

 

Um casamento curioso entre um aposentado e uma cabra vem chamando atenção e ganhando destaque na imprensa nacional e internacional. Aparecido Castaldo, 74 anos, se casará com sua cabra de estimação, Carmelita.

O fato por si só já é suficientemente inusitado, porém o "casal" terá a união celebrada na Igreja do Diabo, à meia noite do dia 13 de outubro. "Dia 14 é o 'dia das almas', por isso vamos fazer exatamente na hora da virada de domingo para segunda-feira", explica Toninho do Diabo, "bispo" que conduzirá a cerimônia.

O aposentado é viúvo e pai de oito filhos, e rebate as críticas com discurso ensaiado, segundo Toninho: "Quando alguém diz que é errado, ele afirma que a cabra não engravida, não fala e não pede dinheiro para fazer compras no shopping".

A opção de Aparecido foi destaque no site do jornal Meia Hora e no portal norte-americano Huffington Post. Embora a busca do aposentado seja por evitar despesas, a cabra Carmelita já deu um prejuízo: comeu o vestido que seu noivo encomendou para a cerimônia. "A culpa foi minha, eu passei uma essência de maçã no véu, isso chamou a atenção dela. Mas já compramos outro", explicou Toninho.

No entanto o bispo da Igreja do Diabo garante que Aparecido não praticará zoofilia: "Aparecido mora sozinho. Esta não é a primeira cabra que ele tem, porque gosta de animais. Ele só precisa de uma companhia. Não haverá relação sexual entre os dois".

Fonte: Gospel+

 

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Parábola da Moeda perdida - Você já fez a sua faxina?

  "Sou moeda em tuas mãos. Sou uma moedinha de ouro sob o calor de teu olhar. Tua atenção sobre mim é carinhosa e delicada. Olhas-me e se regozija por me ver entre tuas palmas. Não deixes que me perca entre moedas falsas"

Este texto, escrito por um autor desconhecido, traz-nos a idéia da parábola da moeda perdida, o que me fez refletir nesta manhã.

 "Ou, qual é a mulher que, possuindo dez dracmas e, perdendo uma delas, não acende uma candeia, varre a casa e procura atentamente, até encontrá-la? E quando a encontra, reúne suas amigas e vizinhas e diz: 'Alegrem-se comigo, pois encontrei minha moeda perdida'. Eu digo que, da mesma forma, há alegria na presença dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende". (Lucas 15:8-10).

Mas para que possamos entender melhor esta parábola precisamos ler outras duas: a da Ovelha perdida (Lucas 15:3-7) e a do filho pródigo (Lucas 15:11-32), uma vez que a parábola da moeda perdida está no meio destas duas e no contexto do mesmo capítulo. 
Na primeira, a da Ovelha perdida, Jesus mostra que Deus se preocupa com qualquer ovelha que se perde do seu rebanho, e que ele vai à procura até encontrá-la. Na última parábola, do filho pródigo, o pai fica ansioso e feliz até a volta do seu filho mais novo que pediu os bens a que tinha direito, gastou tudo e volta arrependido querendo apenas ser como um empregado do pai.
Na parábola da moeda que se perde, podemos notar que Jesus compara Deus à figura da mulher que se preocupa em encontrar a moeda perdida, não importando o seu valor. Mesmo tendo outras moedas ela se empenha em procurar justamente aquela que se perdeu. Para melhor entender o Dracma era a menor das moedas.
Notamos que esta mulher iluminou a casa, varreu e procurou a moeda pacientemente. Esta mulher fez uma verdadeira faxina em sua casa a procura do que se perdeu, sem deixar um só canto sem ser revistado. E quando encontra pede as amigas para que se alegrem com ela.
Jesus afirma que: "da mesma forma, há alegria na presença dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende".
Nestes textos percebemos a busca de Deus pelos que dele se afastam. Na da Ovelha perdida a alegria de Deus é por encontrar uma ovelha que se perdeu, na da moeda perdida a alegria é pela menor das moedas que é encontrada (pelo ser humano considerado como menor, ou seja, o pecador) e na do filho pródigo a alegria e a festa por um filho (alguém que é da sua família), que se arrepende e retorna.
A volta para Deus precisa ser muito bem comemorada. Quando alguém peca se afasta de Deus, é como se escondesse de Deus, por isso essa afirmação de Jesus. Deus não desiste dos que dele se afastam.
Assim com a mulher que fez uma faxina em sua casa para encontrar a moeda perdida, proponho a vocês para que façamos uma faxina em nós mesmos. Que acendamos o candeeiro para nos iluminarmos pela Palavra de Deus que é a Luz. Para que possamos limpar o que está sujo e encontrar o a "moeda" que perdemos. Que Deus nos ajude a nos tornarmos puros e deixar que quando for necessário também possamos ir à procura daqueles que estão afastados Dele.
Pense se estás perdido ou nas mãos de Deus.  Senhor deixa-nos ser moeda em tuas mãos. Ser a moedinha de ouro sob o calor de teu olhar. Que possas alegrar-te por me ver entre tuas palmas. Não deixes que me perca entre moedas falsas.

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Líderes evangélicos publicam tese de que guerra civil na Síria seria cumprimento da profecia de Isaías sobre o país

Líderes evangélicos publicam tese de que guerra civil na Síria seria cumprimento da profecia de Isaías sobre o país

A guerra civil na Síria é vista por alguns líderes evangélicos como cumprimento de uma profecia bíblica do livro de Isaías, que prevê que Damasco, atualmente capital do país e sede de um dos 14 distritos sírios, se tornaria um monte de ruínas.

Segundo a jornalista Elizabeth Dias, colunista do portal Time, essa hipótese vem sendo difundida por lideranças evangélicas norte-americanas através da internet.

"Com os grupos terroristas que operam fora de Damasco construindo esconderijos de armas na fronteira de Israel, em antecipação a nova guerra num futuro próximo, não pode faltar muito para que esta profecia de Isaías 17 se torne um fato histórico", diz um dos textos relatados pela jornalista.

A interpretação acima, no entanto, não é unânime entre estudiosos e teólogos, que vêem a profecia como uma passagem de alta complexidade, por ter sido levada ao povo judeu há mais de 2.500 anos, e provavelmente referia-se aos inimigos de Jerusalém, que à época sofria com uma invasão assíria, que envolvia além do povo sírio, nações atualmente extintas, como Moab, Babilônia e Tiro, além do Egito.

"Você não pode ler a Bíblia dessa maneira. É um antigo poema sobre um contexto antigo", afirmou Walter Brueggemann, professor emérito do Seminário Teológico de Columbia e especialista no livro de Isaías. "Se nós formos contemporizar com uma conexão tão fácil, então temos que aprender a ler o texto contra os Estados Unidos, porque os Estados Unidos desempenham agora o papel de Babilônia, e todos aqueles super-poderes antigos. Temos que andar com muito cuidado sobre como fazer essas conexões tolas", alertou.

A melhor interpretação dessa passagem, segundo Bruggemann,seria entender que todas as nações serão julgadas perante o Deus da justiça: "Nenhum país tem superioridade moral. Essa é uma mordida contra toda excepcionalidade, incluindo o 'excepcionalismo' americano", criticou.

Fonte:  Gospel+