quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Colunista critica postura de ativistas gays contra evangélicos; Quem são os intolerantes?!

A mais recente polêmica entre os ativistas gays e o pastor Marco Feliciano (PSC-SP) segue provocando novas manifestações a respeito do assunto.

O colunista da revista Veja, Rodrigo Constantino, criticou apostura adotada pelos ativistas gays de elegerem Feliciano como "um espantalho" contrário ao movimento homossexual, que tem sido intolerante em sua visão.

"Esse episódio [do beijo durante o culto] mostra, uma vez mais, quem são os mais intolerantes nessa história toda. Dica: não parecem ser os evangélicos", escreveu Constantino, que acrescenta: "Não era um simples beijo inocente como as garotas dão a entender. Foram lá para isso, para chocar, para prejudicar o culto religioso, para avacalhar com a liberdade dos crentes. Grande tolerância!", critica.

Constantino trata o episódio como uma provocação por parte dos ativistas gays: "Qual seria a reação dos membros do movimento gay se o Feliciano e seus crentes fossem nas passeatas gays com Bíblias nas mãos, gritando que aqueles pecadores vão arder no inferno, e tentando convertê-los na marra durante a festa? Pois é", pondera.

"Alguém realmente acha que a reação seria pacífica e tolerante? Piada de mau gosto. Muitos do movimento gay já cansaram de demonstrar que se julgam acima das leis, que podem subir em mesa no Plenário para impor no grito suas ideias, que podem ridicularizar e até tocar no pastor durante um voo comercial", relembra o colunista.

Rodrigo Constatino ressalta que direciona suas críticas aos ativistas: "Para começo de conversa, é importante ressaltar que pegar Marco Feliciano como ícone de um movimento dito 'conservador' é conveniente para o movimento gay. É caricato demais. Um espantalho fácil de derrotar. Muitos repudiam o movimento gay (não confundir com os gays em si) e, ao mesmo tempo, repudiam o pastor também".

O Beijo

A assessoria do pastor Marco Feliciano publicou ontem, 17 de setembro, um vídeo sobre o caso, com seis minutos de duração.

O vídeo aborda o caso de uma maneira diferente da apresentada pela mídia em geral, e mostra o contexto do evento, ressaltando que o palco e o local dedicado à plateia estavam num espaço fechado, destinado ao culto do Glorifica Litoral.

No Twitter, o pastor Marco Feliciano voltou a comentar o porquê pediu a prisão das duas jovens ativistas: "Vejam o que a imprensa não viu, mas militou. Uma das garotas tirou a blusa… Num culto cristão! O mestre de cerimônia alertou, citou a lei e pediu encarecidamente que não violassem o local de culto, mas ignoraram", publicou o pastor.

Assista ao vídeo:

Fonte: Gospel+

The Leftovers: HBO produzirá série de TV sobre o arrebatamento, baseada em livro best-seller

The Leftovers: HBO produzirá série de TV sobre o arrebatamento, baseada em livro best-seller

O arrebatamento é, dos temas bíblicos, o que mais atrai escritores de ficção interessados em usar a narrativa de João no Apocalipse como pano de fundo de uma história nova.

O assunto permeia as páginas da extensa série de livros Deixados para Trás, escrita por Tim La Haye e Jerry B. Jenkins. Os livros viraram, posteriormente, uma trilogia de filmes, que agora serão refilmados tendo o ator Nicolas Cage como protagonista.

Agora, o arrebatamento volta à tona com uma série de TV produzida pelo canal por assinatura HBO, o mesmo canal das famosas Game of Thrones e True Blood.

Produzida e dirigida por Damon Lindelof – que trabalhou em Lost e escreveu o roteiro do filme Prometheus – a série The Leftlovers também é baseada no livro best-seller homônimo, escrito por Tom Perrotta, e terá 10 episódios.

O enredo conta as histórias de um chefe de polícia que, após o arrebatamento, tenta se manter correto num mundo à beira do caos, e de uma mulher com casamento marcado que precisa abandonar tudo e fugir para não se tornar alvo de um culto misterioso, segundo informações do site Judão.

No elenco, estão os atores Justin Theroux, Liv Tyler, Christopher Eccleston e Amy Brenneman. A estreia do novo seriado está marcado para 2014.

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Balada evangélica Gospel Night toca música eletrônica mas proíbe álcool, drogas e pegação


Balada evangélica Gospel Night toca música eletrônica mas proíbe álcool, drogas e pegação:
Uma balada sem pegação, danças sensuais ou bebida alcoolica, e que mesmo assim, é sucesso de público. Assim é descrito o evento Gospel Night, organizado há quinze anos pelo DJ Marcelo Araújo.

O jornal Extra publicou uma matéria sobre a "balada" evangélica, que usa música eletrônica, iluminação e som de casa noturna, mas é voltada para o evangelismo, e proíbe "saliências" entre os casais.

"Nem namorado pode ficar se beijando. A Operação Desgrude é um grupo que fica rodando pelo salão para não deixar ninguém se agarrar ou passar do limite dançando. Às vezes a gente usa até um extintor", revela Araújo.

Segundo ele, a cantora Perlla já tocou em um dos eventos, e recomendou que o público compareça à festa: "Foi uma satisfação muito grande. O mais especial é que os jovens se alegram, dançam a noite toda sem estar sob o efeito de álcool ou drogas. A presença de Deus já basta para ficarem felizes. É legal!".

Atualmente, a festa conta com até 4 mil pessoas por noitada, exatamente o oposto da primeira edição, quando pouquíssimas pessoas compareceram. Com o sucesso, a festa se expandiu e, além do Rio de Janeiro, já teve edições na Bahia, Minas Gerais e Paraná.

"Por que não fazer algo tranquilo e com decência? Eu sabia que podia usar o dom que Deus tinha me dado em favor daquilo que eu acreditava", comenta Araújo, que fala sobre a reação das pessoas ao participar pela primeira vez: "Pensam que é uma loucura, mas é diferente. Mesmo assim curtem".

Marcelo Araújo afirma que tem alcançado seu objetivo: "Tem tido uma média de 50 pessoas por noite que decidem aceitar Jesus", comemora o DJ e organizador.
Fonte: Gospel+